IGLESIA POBRE Y PARA LOS POBRES
Programa de reforma eclesial en la globalización de la indifferencia
Palavras-chave:
Igreja, mundanidade, reforma, pobres, culturas, leigosResumo
No início do seu pontificado,o papa Francisco expressou seu desejo de uma igreja pobre e para os pobres. Este artigo aborda algumas das implicações que tem essa frase. O texto se divide em três partes. Na primeira parte,se analisa a expressão "igreja pobres",entendendo que o papa convida a avançar em reformas que tem por objetivo dar à comunidade eclesial um rosto pobre,evitando assim a mundanidade. A segunda parte trata do outro termo da frase, ou seja,"para os pobres" e destaca que Francisco esta dando prioridade aos pobres e também aos povos pobres e suas culturas. Finalmente, a terceira parte se faz uma releitura da frase torna-se "Igreja pobre e os pobres",observando que ele se refere a um meio,sendo "igreja pobre",e a um fim, ser "para os pobres",ainda ainda mais,Igreja dos pobres com eles. Assim,o meio surge quando se tem em mente qual é a finalidade . Daí então necessidade de relançar a reforma da Igreja para evitar a auto-referencialidade na Igreja,que, no contexto da "globalização da indiferença" deve-se colocar o melhor de si para servir aos pobres e às pessoas mais pobres, de acordo com uma opção preferencial que se fundamenta cristologicamente.